Presidente de colégios GPS escondia ouro num jacuzzi

António Calvete, presidente do grupo de colégios privados GPS, ex-deputado proposto pela distrital do Partido Socialista de Leiria, para a VIII legislatura da Assembleia da República, terá escondido quase um milhão de euros.

A descoberta da Polícia Judiciária, durante buscas em casas e empresas de Pombal e Leiria, foi feita em barras de ouro e em notas do Banco Central Europeu. A notícia é avançada pela revista “Sábado”.

Segundo a notícia, as diligências terão avançado após uma informação bancária dada ao abrigo de uma investigação do Ministério Público a ordens de compra de ouro por familiares de António Calvete no valor de 400 mil euros.

Calvete vai ser julgado a 12 de setembro por burla qualificada, falsificação de documentos e peculato.

Segundo o Ministério Público, os administradores dos colégios terão utilizado para uso pessoal 30 milhões dos 300 milhões de euros que o grupo GPS recebeu do Estado entre 2005 e 2013 por conta dos contratos de associação, os apoios aos privados que garantem o ensino nas localidades onde a escola pública não existe ou é insuficiente para todas as crianças na escolaridade obrigatória.

O presidente do grupo de colégios privados GPS, António Calvete, terá escondido quase um milhão de euros no vão de uma banheira de hidromassagem numa das suas habitações.

A descoberta da Polícia Judiciária, durante buscas em casas e empresas de Pombal e Leiria, foi feita em barras de ouro e em notas do Banco Central Europeu. A notícia é avançada pela revista “Sábado”.

Segundo a notícia, as diligências terão avançado após uma informação bancária dada ao abrigo de uma investigação do Ministério Público a ordens de compra de ouro por familiares de António Calvete no valor de 400 mil euros.

Calvete vai ser julgado a 12 de setembro por burla qualificada, falsificação de documentos e peculato.

Segundo o Ministério Público, os administradores dos colégios terão utilizado para uso pessoal 30 milhões dos 300 milhões de euros que o grupo GPS recebeu do Estado entre 2005 e 2013 por conta dos contratos de associação, os apoios aos privados que garantem o ensino nas localidades onde a escola pública não existe ou é insuficiente para todas as crianças na escolaridade obrigatória.

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