AVIPG – ASSOCIAÇÃO DE VÍTIMAS DO INCÊNDIO DE PEDRÓGÃO GRANDE COM NOVA DIRECÇÃO

As chamas que deflagraram em 17 de junho de 2017 no município de Pedrógão Grande, no interior do distrito de Leiria, e que alastraram a concelhos vizinhos, fizeram 66 mortos e 253 feridos, atingiram cerca de meio milhar de casas e quase 50 empresas, e devastaram 53 mil hectares de território, 20 mil hectares dos quais de floresta, os familiares das vítimas em Agosto de 2017, se organizaram constituindo uma associação sem fins lucrativos em defesa dos familiares das vítimas o governo, por Despacho n.º 9531/2017, declarou a utilidade pública da AVIPG – Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande.

Devido a algum protagonismo criado por Nádia Piazze, presidente da AVPGAssociação das Vitimas do >Inccendio de Pedrogão Grande, com objectivos de ampliar a sua acção a outros fins, agravado por alguma critica politica sobre compromissos assumidos perante Assunção Cristas, presidente do CDS-PP quando esta visitou Pedrogão Grande, apesar de algumas baixas já ocorridas á volta do seu elenco directivo, Nádia Piazza, foi rosto da polémica depois do anúncio de que iria colaborar na redacção do programa eleitoral do CDS-PP, perdendo todo o apoio com que vinha contando, levando-a a anunciar em 2018, não se IR recandidatar nas próximas eleições.

Dado algum impasse que dificultava o prosseguimento dos verdadeiros fins desta associação, os seus sócios, reuniram no passado dia 14, em assembleia geral na sua sede em Figueira, Pedrogão Grande, a fim de em substituição de todos os órgãos sociais. A lista à direcção, encabeçada por Dina Duarte, da aldeia do Nodeirinho, que apesar ter fundado aquela associação acabou por deixar a direção, há mais de um ano. Regressa agora acompanhada de vários feridos do incêndio e familiares de vítimas

De resto, Dina Duarte era vice-presidente da direcção cessante, mas deixou a associação há mais de um ano, em divergências que nunca quis especificar. Agora regressa acompanhada de alguns familiares de vítimas e feridos do incêndio, como é o caso de Rui Rosinha, o bombeiro de Castanheira de Pêra que esteve meses hospitalizado (vice-presidente), Filipa Rodrigues (tesoureira) e José Carlos Santos (vogal), também eles feridos com gravidade.

A lista à nova direção integra ainda Ana Luísa Bernardo, Miguel Ângelo Esteves, Marina Rodrigues, Patrícia David e Belmira Rodrigues todos familiares de feridos ou vítimas. A última Belmira Morgado, irmã de Gonçalo o “assa”, o bombeiro que acabou por morrer na sequência dos ferimentos causados pelo acidente da viatura onde seguia com outros companheiros dos BV de Castanheira de Pêra, entre os quais Rui Rosinha.

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